28.2.10
27.2.10
23.2.10
não era tão bom que esta tempestade fosse o epílogo deste tempo? Desta chuva embirrenta, vento estúpido e frio invernal?
Eu acho que era mesmo bom.
E se amanhã desse para sair à rua sem cachecol e chapéu de chuva?
E se amanhã desse para sair à rua sem cachecol e chapéu de chuva?
22.2.10
21.2.10
refresh
já respondeu.

Unhas pintadas. Almoço feito. Nova franja. Roupa escolhida. Novo horário. Novas coisas... Coisas mais fortes. Vela acesa, nova música e olhos fechados. (Quase) refresh. Há refreshs que só acontecem se acontecerem a outros primeiro. And vice-versa.
E o tempo. Não há refresh deste tempo feio e triste.
20.2.10
de coração nas mãos
com o que se passa na Madeira e com a Francisca, que ainda não me respondeu ao mail.
Mas que... fico tão abalada com estes sismos e derrocadas e dilúvios e desgraças. Triste, cansada e desconsolada.
Mas que... fico tão abalada com estes sismos e derrocadas e dilúvios e desgraças. Triste, cansada e desconsolada.
19.2.10
18.2.10
quem é que eu quero enganar?
levo tudo demasiado a sério.
ou demasiado da maneira errada, demasiadas vezes.
ou demasiado da maneira errada, demasiadas vezes.
16.2.10
A minha mãe denomina-o de "a melhor boa acção de cá de casa dos últimos tempos"
isso e a reciclagem feita com 3ºCs exteriores, muito vento, chuva, folhas de papel rasgadas a voar do saco e eu a correr por todos os lados.
14.2.10
Porque é que
os fatos das super-heroínas se resumem a bodys a exibir as major big boobs (coisa que eu não possuo), com collants a condizer, por vezes, uma mini-saia de folhos a acompanhar?
Sailor Moon - esquece.
Xena - esquece...
Ou é isso ou as powerpuff girls...
Sempre tive uma panca por esta aqui ao lado. Sim, eu sei que é uma vilã e então?
12.2.10
8.2.10
6.2.10
cabeça
(proposto pelo Mário)
#1 música. tenho sempre música na cabeça
#2 amigos, em todas as suas variantes
#3 o que é que tenho para fazer?
#4 o que é que tenho para ver?
#5 Barcelona, Nova Iorque, Londres, Paris e o Machu Pichu
#6 love (a lingua inglesa fica sempre bem)
#7 a constatação diária da existência de pessoas lindíssimas e de pessoas horrorosas
#8 comida
#9 brincos
#10 mãe, pai, Pedro, avó e avô.
#1 música. tenho sempre música na cabeça
#2 amigos, em todas as suas variantes
#3 o que é que tenho para fazer?
#4 o que é que tenho para ver?
#5 Barcelona, Nova Iorque, Londres, Paris e o Machu Pichu
#6 love (a lingua inglesa fica sempre bem)
#7 a constatação diária da existência de pessoas lindíssimas e de pessoas horrorosas
#8 comida
#9 brincos
#10 mãe, pai, Pedro, avó e avô.
2.2.10
morreu a senhora desta música
Esta noite vou ficar assim
Prisioneira desse olhar
De mel pousado em mim
Vou chamar a música
Pôr à prova a minha voz
Numa trova só p'ra nós
Esta noite vou beber licor
Como um filtro redentor
De amor, amor, amor
Vou chamar a música
Vou pegar na tua mão
Vou compor uma canção
Chamar a música
A música
Tê-la aqui tão perto
Como o vento no deserto
Acordado em mim
Chamar a música
A música
Musa dos meus temas
Nesta noite de açucenas
Abraçar-te apenas
É chamar a música
Esta noite não quero a TV
Nem a folha do jornal
Banal que ninguém lê
Vou chamar a música
Murmurar um madrigal
Inventar um ritual
Esta noite vou servir um chá
Feito de ervas e jasmim
E aromas que não há
Vou chamar a música
Encontrar à flor de mim
Um poema de cetim
Chamar a música
A música
Tê-la aqui tão perto
Como o vento no deserto
Acordado em mim
Chamar a música
A música
Musa dos meus temas
Nesta noite de açucenas
Abraçar-te apenas
É chamar a música
Rosa Lobato Faria (1932-2010)
Prisioneira desse olhar
De mel pousado em mim
Vou chamar a música
Pôr à prova a minha voz
Numa trova só p'ra nós
Esta noite vou beber licor
Como um filtro redentor
De amor, amor, amor
Vou chamar a música
Vou pegar na tua mão
Vou compor uma canção
Chamar a música
A música
Tê-la aqui tão perto
Como o vento no deserto
Acordado em mim
Chamar a música
A música
Musa dos meus temas
Nesta noite de açucenas
Abraçar-te apenas
É chamar a música
Esta noite não quero a TV
Nem a folha do jornal
Banal que ninguém lê
Vou chamar a música
Murmurar um madrigal
Inventar um ritual
Esta noite vou servir um chá
Feito de ervas e jasmim
E aromas que não há
Vou chamar a música
Encontrar à flor de mim
Um poema de cetim
Chamar a música
A música
Tê-la aqui tão perto
Como o vento no deserto
Acordado em mim
Chamar a música
A música
Musa dos meus temas
Nesta noite de açucenas
Abraçar-te apenas
É chamar a música
Rosa Lobato Faria (1932-2010)
1.2.10
Claro que adoro o Starbucks,
mas prefiro beber o meu mocca (ou latte ou cappuccino ou whatever) sentada numa sala quente com o sol a bater na cara, ao de leve, ou numa esplanada clara, onde me possa ouvir e à outra pessoa a pensar e a sorrir. E a vê-la a beber e a comer o seu doughnut de chocolate. Beber na rua, ao frio, com pressa e a caminho de onde quer que seja, não é conceito que me agrade.
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