já cá canta (literalmente).
14.1.10
thursday the 14th
viva as obras da faculdade! viva a chuva! e a lama! e as escadas! viva a junção das três e eu no chão! viva os dois pares de leggings e as collants pretas que tinha vestido! viva o novo ser roxo-esverdeado de 0,5cm de grossura (algo considerável para o feito) alojado na minha canela esquerda por tempo indeterminado! e finalmente VIVA por na altura do acontecimento estar todo o mundo a almoçar e ninguém ter visto tal espectáculo!
não sou de grandes quedas e tropeções (já fui!), mas quando me acontece, é logo por três ou quatro. É melhor não sair mais do meu quarto hoje, a casa tem escadas...
13.1.10
12.1.10
um "jogador de futebol" que há numa cirurgia de há três anos ficou com um bocado de broca na tíbia, um assalto a uma bomba, um assalto a um banco, um assalto a uma ourivesaria, um nacionalista com a mania da perseguição, a neve na Europa, o calor na Austrália, a neve outra vez, um puto que resolveu dar um tiro (de pressão de ar) ao colega - é impressão minha ou os telejornais estão sem tópicos de informação?
8.1.10
6.1.10
Barthes e Hume
Adoro adoro adoro adoro adoro adoro adoro adoro adoro adoro adoro pessoas simpáticas. São uma lufada de ar fresco.
Terry Richardson
E hoje descobri que utilizei Roland Barthes num relatório sem ainda conhecer a personagem. uhuh
Agora vou ali fazer uma recensão e já volto(not).
4.1.10
"let's screw up Catarina"
Chadwick Tyler
E eu pensei: vamos ver um filme assim daqueles que enchem a barriga para começar esta semana em grande.
Duas horas e dezassete minutos depois (como quem diz depois de limpar o ranho e os créditos acabarem) vejo um mail fantástico que invalida o trabalho que fiz nestas duas semanas de não-sei-o-quê-mas-férias-é-que-não-foi. Merda pá, agora nem os Ídolos salvam isto.
Vou beber um chá de lúcia-lima...
3.1.10
2.1.10
to live list
Claro que tenho uma lista. Quem me conhece sabe que sou uma pessoa de listas. Faço listas para tudo, mal seria se não fizesse uma life's to do list. Mas é minha, os desejos não são doze e não tem prazo de validade. Dar um prazo irreal às coisas só faz aumentar a frustração quando não se consegue cumpri-las. Olha, isso foi uma coisa que aprendi este ano. Este ano que passou, quer dizer. Também aprendi a não sobrevalorizar aquilo que é considerado empiricamente bom. Porque somos todos diferentes. Somos felizes à nossa maneira, as simple as that.
Sei que quero mais. Desenhar mais. Fotografar mais. Criar mais. Cozinhar mais. Amar mais. Rir mais. Ver mais. Caminhar mais. Viajar mais. Mais música. Mais filmes. Mais conversa. Mais beijos. Mais sabores. Mais livros. Mais mergulhos. Mais sol. Mais dinheiro (of course!). Mais muita coisa.
Mas a lista fica comigo.
29.12.09
Gosto muito (not) de vocês
Benditas sejam as meninas magrinhas que só deixam nas lojas números avantajados e que, por conseguinte, me impedem de tomar certos "impulsos" e, por conseguinte, estoirar o santo dinheiro dos anos, Natal e afins.
26.12.09
however
é bom saber que há coisas que podemos tomar como garantidas.

Sintonia literária entre mim e o meu pai.
Não há duas sem três.

E porque está muito frio lá fora.
basicamente...
E não me quero esticar muito para não denegrir a minha imagem de uma só vez.
Uma frase destas e uma asneira já é muita coisa.
Feliz Natal porque o Natal é quando quisermos e eu quero que hoje ainda seja Natal, por isso... .
palpitações
Já li, inspirei fundo, sorri, fiz muita força mas nada.
O sofrimento por antecipação é fodido. Epá eu sei, é a primeira vez que escrevo aqui uma asneira feia, mas o que mais se adequa não é "mauzinho", "horrível", "péssimo" ou "mau com f grande". É mesmo o que escrevi (escrever duas vezes já é abusar da sorte).
Saber o que me espera daqui a uma semana tira todo e qualquer efeito que estas frases bonitas encontradas aqui possam fazer.
Talvez sirvam para vocês, bom proveito.
24.12.09
23.12.09
21.12.09
going 19
último post dos 18.
Demasiada pressão.... mas va lá:
- Key-word: Equilíbrio
- Pancadas com a cabeça: Muitas
- Merdas: Mais que muitas
- Fritanços: Nem tanto... foram mais cozidos e grelhados. E muitos bolos também. Só os de hoje já perdi a conta.
- Joie de vivre: Teve dias. Mas uns dias totalmente joyeux.
- Objectivos: Cumpridos
Balanço: +
Demasiada pressão.... mas va lá:
- Key-word: Equilíbrio
- Pancadas com a cabeça: Muitas
- Merdas: Mais que muitas
- Fritanços: Nem tanto... foram mais cozidos e grelhados. E muitos bolos também. Só os de hoje já perdi a conta.
- Joie de vivre: Teve dias. Mas uns dias totalmente joyeux.
- Objectivos: Cumpridos
Balanço: +
19.12.09
só para dizer que tinha planeado colocar aqui uma fotografia toda gira dos livros que li este ano todos em cima da minha mesinha de cabeceira, mas antes que eu pudesse tirá-la a minha mãe resolveu pegar num deles (Instruções para Salvar o Mundo - Rosa Montero) e dá-lo numa troca de prendas.
Supostamente quando oferecemos livros que temos lá para casa escolhemos os que não gostámos ou que nem sequer conseguimos acabar de ler (e que, na grande parte das vezes também nos foram oferecidos). E não digam que não porque é verdade.
Mas a minha mãe é demasiado altruísta.
Ou então é só esquecida.
Ou os dois.
Será possível ter ido a Lisboa comprar três simples coisas e não encontrar nem uma delas?
Numa Lisboa tão grande...! (vá, fui só até à Baixa, Chiado, Bairro e Principe Real)
Acabei por comprar baton vermelho.
Cheguei a casa e pus-me a experimentá-lo. Para dia 22, sabem?
Supostamente quando oferecemos livros que temos lá para casa escolhemos os que não gostámos ou que nem sequer conseguimos acabar de ler (e que, na grande parte das vezes também nos foram oferecidos). E não digam que não porque é verdade.
Mas a minha mãe é demasiado altruísta.
Ou então é só esquecida.
Ou os dois.
Será possível ter ido a Lisboa comprar três simples coisas e não encontrar nem uma delas?
Numa Lisboa tão grande...! (vá, fui só até à Baixa, Chiado, Bairro e Principe Real)
Acabei por comprar baton vermelho.
Cheguei a casa e pus-me a experimentá-lo. Para dia 22, sabem?
Ficou assim.
17.12.09
ontem
+ três horas dormidas com Saussure em cima
+ parlapiê a caminho da bofetada com o segurança da faculdade
+ almoçarada na imponente tasca benfiquista de 40 lugares sentados
+ ronda à baixa lisboeta em busca do presente perfeito para a mãe da Ana (aquisição de modesto e lindo colete)
+ dois Paninas no Fábulas que mais pareceram um com aquela-que-me-atura-há-mais-de-dez-anos
+ casa
+ sopa
+ cama
(incluo também a dor de costas sentida devido ao peso-pluma do Mac)
+ parlapiê a caminho da bofetada com o segurança da faculdade
+ almoçarada na imponente tasca benfiquista de 40 lugares sentados
+ ronda à baixa lisboeta em busca do presente perfeito para a mãe da Ana (aquisição de modesto e lindo colete)
+ dois Paninas no Fábulas que mais pareceram um com aquela-que-me-atura-há-mais-de-dez-anos
+ casa
+ sopa
+ cama
(incluo também a dor de costas sentida devido ao peso-pluma do Mac)
Férias, finalmente.
(ok, não são bem férias, mas é o equivalente.)
chadwick tyler
14.12.09
Tenho as mãos numa miséria.
Ao longo do processo de 90% dos meus trabalhos há uma altura em que me pergunto porque é que complico tanto as coisas. Graças a isso, parece que andei a cavar na terra. Mas logo a seguir encontro a resposta: porque depois fica....damn good.
Mas as minhas mãos....
E já agora, quando é que ficou tanto frio?
Ah, e vejam isto, retirado daqui, acerca disto. Inacreditável, quase cómico, diria.
P.S.: O segredo de ter os desejos que fazemos ao ver estrelas cadentes concretizados é a sua acessibilidade. Assim não corremos o risco de sentir frustração. Ontem vi 3, pedi 3 e realizaram-se os três.
Estou quase a fazer anos. :)
Mas as minhas mãos....
E já agora, quando é que ficou tanto frio?
Ah, e vejam isto, retirado daqui, acerca disto. Inacreditável, quase cómico, diria.
P.S.: O segredo de ter os desejos que fazemos ao ver estrelas cadentes concretizados é a sua acessibilidade. Assim não corremos o risco de sentir frustração. Ontem vi 3, pedi 3 e realizaram-se os três.
Adoro esta foto
David Lachapelle
Estou quase a fazer anos. :)
"A falling star fell from your
heart and landed
in my eyes I screamed
aloud,
as it tore through them, and now it's left me blind
The stars, the moon, na na na na
na na"
12.12.09
11.12.09
it is too much
1.jpg)
Ando cansada. Não me queixo. É normal, eu sei. Mas estou cansada. É muito trabalho feito, a ser feito, por fazer e mais a caminho. E depois não consigo dormir porque não consigo parar de pensar. Nem ao mexer nas costas da minha mão. E quando estou cansada e não consigo dormir fico rabugenta.
E depois acontecem episódios como o de hoje que me deixam de boca aberta e sem esperança em certas pessoas porque penso que sei e percebo algumas coisas mas coisas assim acontecem e sinto que já não percebo mesmo nada. É por pouco tempo, esta... hopelessness, uma semana, um mês, nunca contei. Mas eu sou Optimista e por isso acredito. Mas de facto... é inacreditável.
Bem, vou trabalhar. Só falta uma semana.
7.12.09
My blueberry noon
Quando se dorme mal, coloca-se rímel num só olho, pega-se sem pega na tampa da panela a ferver e faz-se muito mas sente-se exactamente o contrário....
Sabe tão bem como parece.
(E se não parece assim tão bem, sabe ainda melhor.)
2.12.09
Project Framed
Peguei num martelo pela primeira vez. Nenhum dedo inchado. Muitos pregos tortos. A parede ficou com uns 23 buracos. Só 16 deles tem pregos (ssshhh).
Mas contemplem:
1.12.09
29.11.09
Freshly made
Tarte de espinafres.
Porque vida não é só cartografias e filmes e relatórios de história. Não é não senhora.
28.11.09
23.11.09
21.11.09
Uns preferem a pesquisa, a procura do elemento perfeito, com todas as suas características, sem artifícios, no meio de mil elementos aparentemente iguais, mas todos diferentes. Esses tiram o verdadeiro prazer nessa busca, nessa descoberta constante. Outros procuram a essência, a sintetização do elemento ao que acreditam que puramente o define. E a partir daí criar uma cópia, sempre igual, mas sempre perfeita. Não interessa a origem, mas sim o resultado.
Mas no final do dia (literalmente), o que todos querem é um bom prego no melhor restaurante de Lisboa.
P.S: sou mais alta que a Cláudia Vieira eheheh (ou pelo menos do mesmo tamanho um pedacinho mais!)
18.11.09
Hoje foi o dia.
Catarina - Olha desculpa, podes desligar isso ou pôr os phones se fazes favor?
Pedido e feito.
Simplesmente porque os Kings of Convenience do meu iPod e a minha paciência não combinam com tipos meio a dormir de boca aberta que decidem dar música (por música entenda-se: rap) ao autocarro.
Pedido e feito.
Simplesmente porque os Kings of Convenience do meu iPod e a minha paciência não combinam com tipos meio a dormir de boca aberta que decidem dar música (por música entenda-se: rap) ao autocarro.
17.11.09
Something's on
Por vezes basta uma pequena coisa estar em ordem, harmonia, para que tudo o resto funcione bem. Como num castelo de cartas ou um jogo de dominós.
Ou um bolo de chocolate.
Uma carta a menos, uma peça ou a quantidade errada de chocolate,
por mínima que seja,
é o suficiente para destabilizar tudo o resto. E frequentemente não nos apercebemos de
o que é que falta
ou o que está a mais.
Nem mesmo nos apercebemos da verdadeira razão pela qual estamos bem.
Como ao andar por Lisboa, com um céu apocalíptico de nuvens enegrecidas, ombros encolhidos pelo frio, mas de mãos e pés quentes e um sorriso quase imperceptível nos lábios de cabelos colados pelo vento.
Quanto muito apercebo-me que já não me sentia assim há muito tempo. Apercebo-me que há uma ano não era assim.
Não é o todo, mas é com certeza uma grande parte.
Ou um bolo de chocolate.
Uma carta a menos, uma peça ou a quantidade errada de chocolate,
por mínima que seja,
é o suficiente para destabilizar tudo o resto. E frequentemente não nos apercebemos de
o que é que falta
ou o que está a mais.
Nem mesmo nos apercebemos da verdadeira razão pela qual estamos bem.
Como ao andar por Lisboa, com um céu apocalíptico de nuvens enegrecidas, ombros encolhidos pelo frio, mas de mãos e pés quentes e um sorriso quase imperceptível nos lábios de cabelos colados pelo vento.
Quanto muito apercebo-me que já não me sentia assim há muito tempo. Apercebo-me que há uma ano não era assim.
Não é o todo, mas é com certeza uma grande parte.
15.11.09
14.11.09
O meu casaco amarelo da minha avó
Eu tenho um casaco amarelo que cheira à minha avó.
Cheira a torradas de pão alentejano com leite quente em copo de vidro.
Cheira a programas antigos, chocolates e à manta vermelha que ela sempre punha sobre o sofá, ou sobre as nossas pernas. Cheira a tília, ao armário da minha mãe e à antiga carpete cor de rosa.
Cheira às brincas em círculo no chão, a folhas brancas perfuradas, lápis aguarela e a "cadeiras derrangadas".
Cheira a bolinhas fresquinhas e bifinhos de perú e ao ligeiro odor a tabaco escapado pela fresta da porta do quarto que tinha sempre a porta fechada.
O meu casaco amarelo cheira ao velho
que me ia buscar se não acabasse de comer
e aos pontos de luz que a janela à noite deixava escapar e que me metia medo.
O meu casaco amarelo cheira ao seu cozido à portuguesa e a água quente com açúcar.
Cheira aos avisos constantes sobre o cuidado na passadeira e ao bater de dentes compassado com que assiste às notícias. Cheira a vinte euros para um gelado.
Cheira a pêra, amoras, açúcar e canela.
Cheira a ontem e a amanhã.
A setenta e três anos mais os setenta e três que ainda não o são.
Cheira às suas mãos.
Ao corpo dela, ao meu e a uma gerbera amarela.
13.11.09
12.11.09
se a carapuça servir
Não é nada agradável ver e sentir o cabo branquinho do meu Mac de duas semanas já não tão depois das pisadelas levadas na corrida para a extensão na aula de Tecnologias. Não é mesmo.
riscado do texto - simples
Entretanto a Amelie já passa uma noite inteira no meu quarto sem começar a atirar coisas da secretária para o chão. É bonito de se ver, ou neste caso de não se ver, porque não é agradável ter de me levantar as 5h para levar a mademoiselle à marquise para fazer as suas necessidades. E isto foi só nestes dois dias, porque a week list é de uma extensão que nunca mais acaba.
Ando com uma preguiça verbal notável. Juro que amanhã escrevo aqui o que era suposto escrever hoje.
Vou adicionar à lista cinzenta do canto superior direito.
Entretanto acabei o Inverno do Nosso Descontentamento. Sugestões?
11.11.09
wtf?
Se no canto inferior direito estivesse AGAIEME e em vez de Sónia Rykiel estivesse o nome de uma distribuidora de lojas do chinês, não seria a mesma coisa?
Eu adoro a HM, mas isto é assustador.
10.11.09
8.11.09
Don't walk so fast
This is what I always liked about NY.
Make a wish.
Don't ignore what's happening here. We're having some kind of powerful weird alchemy and you have to pay attention when that happens.
What the hell am I doing?
7.11.09
Rise and shine
Acordei com esta mensagem:
"Xim foi extranho sentir a pila do pretu nx minhas nadgas, va dpx falamox ana, bjx david"
Devo avisar o David que se enganou no número?
"Xim foi extranho sentir a pila do pretu nx minhas nadgas, va dpx falamox ana, bjx david"
Devo avisar o David que se enganou no número?
5.11.09
4.11.09
D
Podia ter optado por outros caminhos. Caminhos eventualmente mais fáceis, mais simples, e que até estão na minha área de interesses. Podia ter optado por Design de Moda, Pintura, podia mesmo ter continuado em Design. Eu não estou de todo a desvalorizar estes cursos nem a sua complexidade ou nível de exigência. Mas não são Design de Comunicação. Em Design de Comunicação temos de perceber de Design, Comunicação Visual e todos os outros sentidos, Psicologia, Filosofia, História (de Lucy a Picasso), Desenho, Fotografia, Tecnologias, Semiótica (não sei o que é mas espero não perder pela demora), temos de ter uma cultura geral do tamanho do mundo (se não temos passamos a ter!) e saber o Dicionário de Inglês (e de Português também convém) na ponta da língua porque 50% das fontes e recursos utilizados pelos profs e que utilizamos nos trabalhos são in english. E se arranharmos algum espanhol e francês melhor.
Se tivermos sorte, ainda nos calha um professor de Projecto que nos quer enfiar filmes do virar do século (XX) pela goela abaixo, que nos proporciona um exercício mental de descodificação de cada enunciado, que nos envia e-mails literalmente à última hora do dia anterior à próxima aula, e que dá a muitos de nós notícias que dão vontade de fazer queda livre por uma das pequenas janelas da sala, com a naturalidade de quem coça a cabeça. E TER umas aulas de Desenho de cortar os pulsos (mas isso já é uma odisseia pessoal).
Eu sei que é tudo óptimo, fantástico, (não digo giro porque é proibido), enriquecedor e tudo mais. Eu sinto mesmo que já ocorreu uma certa evolução a vários níveis nestes dois meses.... mas eu não sei a quantas ando.
E agora para provar como sou inteligente, em vez de ficar em casa e deitar-me às 22h para acabar de recuperar as horas de sono perdidas desde Sábado, vou ali ao jantar de turma para amanhã estar fresquinha para a aula de História às 9h da manhã.
(reparem como em vez de estar a trabalhar estou aqui.)
© lukk wilmering
1.11.09
PUM BASTA!
Já chega de coisas ditas e desditas. Já chega de coisas ouvidas. Já chega do que não é e do que se diz que é e que não é. Já chega de mastigar, de contornar, passar por cima, carregar e sublinhar. O que somos? Onde chegámos? Quem somos?
E agora eu, onde é que eu estou?
E agora eu, onde é que eu estou?
nobody knows
© Cathe
Oh the werewolf, oh the werewolf
Comes stepping along
He dont even break the branches where hes gone
Once I saw him in the moonlight, when the bats were a flying
I saw the werewolf, and the werewolf was crying
Cryin nobody knows, nobody knows, body knows
How I loved the man, as I teared off his clothes.
Cryin nobody know, nobody knows my pain
When I see that its risen; that full moon again
For the werewolf, for the werewolf has sympathy
For the werewolf, somebody like you and me.
And only he goes to me, man this little flute I play.
All through the night, until the light of day, and we are doomed to play.
For the werewolf, for the werewolf, has sympathy
For the werewolf, somebody like you and me.
Comes stepping along
He dont even break the branches where hes gone
Once I saw him in the moonlight, when the bats were a flying
I saw the werewolf, and the werewolf was crying
Cryin nobody knows, nobody knows, body knows
How I loved the man, as I teared off his clothes.
Cryin nobody know, nobody knows my pain
When I see that its risen; that full moon again
For the werewolf, for the werewolf has sympathy
For the werewolf, somebody like you and me.
And only he goes to me, man this little flute I play.
All through the night, until the light of day, and we are doomed to play.
For the werewolf, for the werewolf, has sympathy
For the werewolf, somebody like you and me.
Cat Power - Werewolf
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